
Receba as notícias em seu e-mail.
“Atirei o pau no gato-to/ Mas o gato-to/ Não morreu-reu-reu/ Dona Chica-ca/ Admirou-se-se// Do berrô/ Do berro que o gato deu/ MIAU”.
Com certeza, milhões de pessoas cresceram cantando essa famosa cantiga de roda. No entanto, poucas pessoas levam a canção assim, ao pé da letra. Uma dessas raridades, com coração de pedra e alma negra, foi denunciada nesta terça-feira (26) por uma moradora do bairro Senador Hélio Campos.
Rapidamente, a mulher lembrou-se da sua infância maldita e também da musiquinha citada ali no início. Então, resolveu fazer pior do que quando usava vestido e “maria-chiquinha”. Ou seja, ao invés de pegar um pau e atirar no gato, a megera pegou a água quente do fogão (com qual iria preparar o arroz) e jogou no pobre animal.
Imaginem o “berrô” que o gato deu! E não foi só um berro: foram gritos de agonia e sofrimento (vai queimar o dedinho, para você ver!). Os gritos desesperados do bicho chamaram a atenção da vizinhança.
A mulher que fez a denúncia à polícia, foi até a casa da bruxa e reclamou, dizendo que aquilo era uma terrível selvageria, e um ato grotesco. Pensam que isso criou algum remorso na malvada? Coisa nenhuma! Ela fez pouco caso e disse que faria de novo.
Só restou a vizinha de bom coração registrar queixa na delegacia e esperar providência. E como a página policial do RH é politicamente correta, registramos aqui o nosso repúdio contra o referido ato, e deixamos também um verso para a reflexão dos leitores:
“Não atire o pau no gato-to/ Porque isso-sso/ Não se faz-faz-faz/ O gatinho-nho/ É nosso amigo-go/ Não devemos maltratar os animais/ MIAU!”