O caso ocorreu no posto de combustíveis que fica localizado na avenida Carlos Pereira de Melo, no bairro jardim floresta. Segundo testemunhas, o policial militar Anderson Araújo, de 30 anos, chegou ao posto às 00h30 de quarta-feira (8), em um carro.
Aos gritos, mandou as pessoas abaixarem o som dos veículos que estavam no estabelecimento. Como não foi atendido, sacou o revólver calibre 38 e disse que era policial. Em meio a ameaça os frequentadores reduziram o som, mas o abuso de poder não parou.
Como todos tinham baixado o volume do som no mesmo instante, Araújo aumentou o seu. Ao ver a reação do policial, um frentista foi tirar satisfação, mas foi ameaçado com a arma. A Polícia Militar foi acionada, e por se tratar de um policial militar, a ocorrência foi atendida pelo oficial de plantão Ademildo José Barreto.
Araújo confirmou ao oficial que era policial e estava armado. O soldado recebeu a ordem para entregar o revólver por duas vezes, mas não foi atendida. Além disso, agrediu o seu superior no rosto, motivo para dar início à luta corporal com o subordinado. Na ocasião, as testemunhas ouviram três disparos do revólver calibre 38. Depois foram efetuados mais dois pelo cadete que auxiliava o oficial. Outras viaturas foram acionadas, e foi efetuada a ordem de prisão contra o policial Araújo.
O oficial militar foi atingido por dois tiros, um na boca e outro na virilha e foi encaminhado ao Pronto-Socorro, junto com o policial Araújo que levou um tiro na perna esquerda.
Comentários
Fica com Deus cara...
Christian
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